Mundial no Legends XI: 23 edições, com o campeão e o finalista de cada uma.
Época
Campeão
Finalista
2026
Espanha
Argentina
2022
Argentina
França
2018
França
Croácia
2014
Alemanha
Argentina
2010
Espanha
Holanda
2006
Itália
França
2002
Brasil
Alemanha
1998
França
Brasil
1994
Brasil
Itália
1990
Alemanha Ocidental
Argentina
1986
Argentina
Alemanha Ocidental
1982
Itália
Alemanha Ocidental
1978
Argentina
Holanda
1974
Alemanha Ocidental
Holanda
1970
Brasil
Itália
1966
Inglaterra
Alemanha Ocidental
1962
Brasil
Checoslováquia
1958
Brasil
Suécia
1954
Alemanha Ocidental
Hungria
1950
Uruguai
Brasil
1938
Itália
Hungria
1934
Itália
Checoslováquia
1930
Uruguai
Argentina
O onze de ícones
O Mundial é a prova das seleções: em vez de clubes, competem 48 países, divididos em doze grupos a uma só volta — três jogos, sem visita nem regresso a casa. Dali em diante é tudo eliminatório e a um jogo só, sempre em campo neutro, porque nenhuma seleção joga literalmente em casa: dezasseis-avos, oitavos, quartos, meias e final. A campanha perfeita desta prova é por isso um 8-0 — mais curta do que os 13-0 da Champions, porque aqui não há segunda mão nenhuma a defender.
Como em todas as provas do jogo, o 100 não é de quem fez a melhor campanha isolada — é de quem domina a HISTÓRIA da prova. A época da carta é só a que melhor o mostra, não o critério em si. No Mundial, esse jogador é o Pelé.
O melhor de sempre da prova
Pelé — Brasil 1970
O único tricampeão do mundo (1958, 1962 e 1970), em quatro edições disputadas — mais títulos do que qualquer outro jogador na história da prova: 4 golos, 6 assistências, um golo de cabeça na final e a assistência para o golo de Carlos Alberto Torres.
GK
Iker Casillas — Espanha 2010
Iker Casillas foi campeão do Mundial de 2010 e decidiu-o em dois momentos que a prova guarda como os mais altos de qualquer guarda-redes: a defesa a Arjen Robben já perto do fim da final, e o penálti que travou a Óscar Cardozo nos quartos-de-final. Sofreu apenas 2 golos em 7 jogos nessa edição — o melhor registo defensivo entre os guarda-redes da prova. O que fica contra ele, e não se esconde: Dino Zoff, que ocupava este lugar até Setembro de 2026, tem três presenças no top-4 da história do Mundial (finalista em 1970, presente em 1978, campeão em 1982) — o máximo entre os guarda-redes —, contra uma só do Casillas; e o Gilmar continua com dois títulos, um a mais do que ele. A carta é da época de 2010, a da final e a do penálti.
RB
Cafu — Brasil 2002
O único jogador da história do Mundial com três finais consecutivas (1994, 1998 e 2002), e capitão campeão na última delas.
CB
Franz Beckenbauer — Alemanha Ocidental 1974
Campeão e capitão em 1974 — e campeão outra vez em 1990, dessa vez como treinador.
CB
Bobby Moore — Inglaterra 1966
Capitão do único título mundial de Inglaterra, e autor da defesa mais citada da história da prova: o desarme sobre o Jairzinho, no Mundial de 1970.
LB
Nílton Santos — Brasil 1962
Bicampeão do mundo, em 1958 e 1962 — o lateral que inventou a posição tal como se joga hoje.
CDM
Zito — Brasil 1962
Zito disputou duas finais de Mundial pelo Brasil e ganhou as duas — 1958 e 1962 —, com um golo decisivo na segunda: o remate aos 69 minutos que desfez o nulo contra a Checoslováquia na final de 1962. É mais um título e mais um golo em final do que o médio que ocupava este lugar até Setembro de 2026, Dunga, capitão nas duas finais que disputou mas campeão numa só, em 1994, e finalista na de 1998. A carta é da época de 1962, a da segunda taça e do golo na final.
CM
Lothar Matthäus — Alemanha Ocidental 1990
Campeão e capitão em 1990, o ano em que também foi eleito Bola de Ouro.
CAM
Diego Maradona — Argentina 1986
Cinco golos e cinco assistências numa só edição — a maior exibição individual de sempre nesta prova — com o Golo do Século a coroar um Mundial ganho praticamente sozinho.
RW
Garrincha — Brasil 1962
Bicampeão do mundo (1958 e 1962) e melhor marcador ex aequo da edição de 1962, com 4 golos, depois de o Pelé se lesionar logo no segundo jogo.
LW
Kylian Mbappé — França 2022
Kylian Mbappé soma quatro golos em finais de Mundial, mais do que qualquer outro jogador da história da prova — o hat-trick da final de 2022 fica destacado nessa contagem. Tinha 12 golos na prova até essa edição, contra os 8 do Rivaldo, e soma 22 desde Julho de 2026, o recorde absoluto de sempre da competição. O que fica contra ele, e não se esconde: ao contrário de Rivaldo, que ocupava este lugar até Setembro de 2026 e foi campeão em 2002, a França de Mbappé perdeu a final de 2022 nos penáltis — o golo em cinco jogos seguidos que Rivaldo fez ao longo dessa campanha venceu o título, o hat-trick de Mbappé não. A carta é da época de 2022, a do hat-trick na final.
ST
Ronaldo — Brasil 2002
Oito golos e o título em 2002 — o regresso depois das lesões e da final perdida em 1998.