← Todas as provas

Copa Libertadores — todas as edições

Copa Libertadores no Legends XI: 66 edições, com o campeão e o finalista de cada uma.

Época Campeão Finalista
2025 Flamengo Palmeiras
2024 Botafogo Atlético Mineiro
2023 Fluminense Boca Juniors
2022 Flamengo Atlético Paranaense
2021 Palmeiras Flamengo
2020 Palmeiras Santos
2019 Flamengo River Plate
2018 River Plate Boca Juniors
2017 Grêmio Lanús
2016 Atlético Nacional Independiente del Valle
2015 River Plate Tigres UANL
2014 San Lorenzo Nacional Asunción
2013 Atlético Mineiro Olimpia
2012 Corinthians Boca Juniors
2011 Santos Peñarol
2010 Internacional Guadalajara
2009 Estudiantes de La Plata Cruzeiro
2008 LDU Quito Fluminense
2007 Boca Juniors Grêmio
2006 Internacional São Paulo
2005 São Paulo Atlético Paranaense
2004 Once Caldas Boca Juniors
2003 Boca Juniors Santos
2002 Olimpia São Caetano
2001 Boca Juniors Cruz Azul
2000 Boca Juniors Palmeiras
1999 Palmeiras Deportivo Cali
1998 Vasco da Gama Barcelona SC
1997 Cruzeiro Sporting Cristal
1996 River Plate América de Cali
1995 Grêmio Atlético Nacional
1994 Vélez Sarsfield São Paulo
1993 São Paulo Universidad Católica
1992 São Paulo Newell's Old Boys
1991 Colo-Colo Olimpia
1990 Olimpia Barcelona SC
1989 Atlético Nacional Olimpia
1988 Nacional de Montevideu Newell's Old Boys
1987 Peñarol América de Cali
1986 River Plate América de Cali
1985 Argentinos Juniors América de Cali
1984 Independiente Grêmio
1983 Grêmio Peñarol
1982 Peñarol Cobreloa
1981 Flamengo Cobreloa
1980 Nacional de Montevideu Internacional
1979 Olimpia Boca Juniors
1978 Boca Juniors Deportivo Cali
1977 Boca Juniors Cruzeiro
1976 Cruzeiro River Plate
1975 Independiente Unión Española
1974 Independiente São Paulo
1973 Independiente Colo-Colo
1972 Independiente Universitario
1971 Nacional de Montevideu Estudiantes de La Plata
1970 Estudiantes de La Plata Peñarol
1969 Estudiantes de La Plata Nacional de Montevideu
1968 Estudiantes de La Plata Palmeiras
1967 Racing Club Nacional de Montevideu
1966 Peñarol River Plate
1965 Independiente Peñarol
1964 Independiente Nacional de Montevideu
1963 Santos Boca Juniors
1962 Santos Peñarol
1961 Peñarol Palmeiras
1960 Peñarol Olimpia

O onze de ícones

A Copa Libertadores é o espelho da Champions do outro lado do Atlântico, e no jogo partilha exactamente o mesmo formato: `groups32`, 32 equipas em oito grupos de quatro a duas voltas — casa e fora, como na Champions —, seguidos de oitavos, quartos e meias a duas mãos e uma final a jogo único. É por isso que a campanha perfeita desta prova é também um 13-0: o mesmo número da Champions, e não o 8-0 do Mundial nem o 6-0 da Copa América — quem decide o tamanho do selo é o desenho do torneio, não o continente. Quem a ganha é coroado "Campeão da América". No jogo estão cobertas as suas 66 edições, de 1960 a 2025: 132 planteis, 1669 cartas e 1264 jogadores de 44 clubes diferentes.

Como em todas as provas do jogo, o pantheon não é de quem fez a melhor campanha isolada — é de quem domina a HISTÓRIA da prova, medida aqui em golos de sempre e em taças levantadas. E é um pantheon com assinatura própria: nem o Pelé, nem o Zico, nem o Passarella, nem o Neymar entram — todos passaram pela Libertadores, mas nenhum deixou nela os números, sobretudo de golos, que decidem este pantheon. O rei chama-se Alberto Spencer.

O melhor de sempre da prova

Alberto Spencer — 1960

Alberto Spencer é o melhor marcador de sempre da Copa Libertadores: 54 golos, um recorde por uma margem que nenhum outro artilheiro da prova ameaça — o segundo da lista tem 37. A carta de 100 é da edição inaugural de 1960, que ele venceu pelo Peñarol sendo também o melhor marcador do torneio. Equatoriano a jogar no Uruguai e tricampeão pelo Peñarol, é o critério deste jogo a funcionar: a Europa mal o conheceu, e ele continua a ser o rei absoluto desta competição.

GK

Miguel Ángel Santoro — 1972

O guarda-redes mais titulado da história da Copa Libertadores: quatro conquistas pelo Independiente, em 1964, 1965, 1972 e 1973 — mais do que qualquer outro guarda-redes que passou pela prova.

RB

Hugo Ibarra — 2003

Quatro títulos pelo Boca Juniors, em 2000, 2001, 2003 e 2007 — o número mais alto de um lateral direito nesta prova, e um número que ele divide: o argentino Commisso ganhou os mesmos quatro pelo Independiente, entre 1972 e 1975. Os dois empatam também em finais disputadas e em presenças, e nenhum dos dois deixou na competição um registo individual de golos que os separe. É o raro caso em que a escolha se faz sem margem, e vale a pena dizê-lo em vez de o esconder.

CB

Francisco Sá — 1974

O recorde absoluto de títulos da Copa Libertadores: seis, quatro seguidos pelo Independiente (1972 a 1975) e mais dois pelo Boca Juniors (1977 e 1978). Ninguém levantou o troféu mais vezes na história da prova.

CB

Hugo De León — 1983

Três títulos em dois clubes — o Nacional, em 1980 e 1988, e o Grêmio, em 1983 — e capitão na primeira conquista da história do clube brasileiro.

LB

Ricardo Pavoni — 1974

Cinco títulos pelo Independiente, o segundo maior número de sempre da prova, atrás só do companheiro de equipa Francisco Sá — um uruguaio a brilhar num clube argentino.

CDM

Semenewicz — 1973

Semenewicz ganhou quatro Libertadores pelo Independiente — mais do que qualquer outro médio da história da prova. Ocupa este lugar desde Setembro de 2026: o médio que o tinha até lá, Carlos Pachamé, tem três títulos pelo Estudiantes de La Plata (1968, 1969 e 1970), um número que ele próprio divide com outros três médios da competição — o Palhinha, o Rubén Galván e o Sebastián Battaglia. Um título a mais, e sem empate nenhum a dividi-lo, é o que decide. A carta é de 1973, o segundo dos quatro títulos do Independiente.

CM

Carlos Bilardo — 1969

O cérebro do mesmo Estudiantes tricampeão — e o homem que, anos mais tarde, seria campeão do mundo como treinador.

CAM

Pedro Rocha — 1966

O terceiro maior marcador de sempre da Copa Libertadores, com 36 golos — marcados a partir do meio-campo, e não da frente —, ao serviço do Peñarol, do São Paulo e do Palmeiras. É a carta mais disputada deste onze, e a disputa fica dita. No palmarés ele não ganha, mas também não é atropelado: são três Libertadores pelo Peñarol — 1960, 1961 e 1966 — contra as quatro do argentino Ricardo Bochini pelo Independiente, em duas eras separadas por nove anos, e as três de Juan Román Riquelme pelo Boca Juniors. Um título separa o primeiro do terceiro, e um título não decide uma posição. O que o põe aqui é o único eixo que mede o jogador e não a equipa dele: os golos. Riquelme marcou 25 na competição e Bochini nem sequer entra na tabela dos maiores marcadores de sempre, que desce até aos 28 golos. E a regra desta casa manda descontar os títulos ganhos dentro da equipa mais dominante da época, não premiá-los: três dos quatro de Bochini vieram do Independiente que ganhou quatro seguidas.

RW

Luis Cubilla — 1961

Cinco finais da Copa Libertadores disputadas — mais do que qualquer outro extremo direito que passou pela competição. Foram elas: 1960 e 1961 pelo Peñarol, ganhas as duas; 1966 pelo River Plate; 1969 pelo Nacional; e 1971, outra vez pelo Nacional, outra vez ganha. Três títulos, três clubes e dois países, com onze anos entre a primeira final e a última. Se o critério fosse o palmarés em bruto, o lugar seria do argentino Agustín Balbuena, que ganhou quatro vezes a prova pelo Independiente entre 1972 e 1975 — mas as quatro saíram do mesmo clube e da mesma série de quatro seguidas, e são quatro finais contra cinco. É a diferença entre acompanhar uma equipa dominante durante quatro anos e chegar à final da América com três camisolas diferentes ao longo de uma década.

LW

Juan Ramón Verón — 1969

"La Bruja" Verón ganhou três Libertadores seguidas pelo Estudiantes de La Plata, em 1968, 1969 e 1970. É o pai do outro Verón que devolveria o título ao clube quarenta anos depois, em 2009.

ST

Alberto Spencer — 1966

É o mesmo Alberto Spencer da carta de 100, e a posição de avançado desta prova não tem outra hipótese: 54 golos de sempre, o recorde absoluto. Esta carta de ícone é da época de 1966, o terceiro dos seus títulos pelo Peñarol; a de 100 é a de 1960, a edição inaugural que venceu sendo o melhor marcador do torneio.

Como estas notas são feitas →

Esta página também existe em inglês — Ler em inglês